Programa Cozinha Brasil está chegando a Muriaé

21/07/2016 17:55

Cozinha Brasil

Estão abertas as inscrições para o “Cozinha Brasil”. O programa do SESI em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico irá oferecer de 16 a 18 de agosto, cursos gratuitos de culinária à população. As aulas serão realizadas na unidade móvel do Cozinha Brasil, na praça do trabalhador, na Barra, onde os alunos irão receber treinamento teórico e prático e aprenderão preparações básicas para a composição de refeições nutritivas, econômicas e saborosas.

As inscrições podem ser feitas no CD Moda (Secretaria de Desenvolvimento Econômico) ou no Centro Administrativo (Secretarias Municipais de Desenvolvimento Social e Educação), no horário de 08h às 11h e de 13 às 17h. O curso é voltado para donas de casa, pessoas da terceira idade, trabalhadores da indústria e do comércio, autônomos e jovens estudantes que auxiliam as mães ou família na produção das refeições domésticas.

O curso
Além de receitas fáceis e gostosas, os alunos também aprendem a escolher os alimentos por seu valor nutritivo, preço e apresentação; aproveitar integralmente os alimentos, reduzindo o desperdício; preparar refeições observando a limpeza e preservando o sabor e os nutrientes dos alimentos; consumir alimentos em quantidade adequada e sob condições de higiene e promover a melhoria da renda familiar.

Construir longe dos fios ou destruir sua vida?​

21/07/2016 10:54

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Muitos acidentes com energia elétrica acontecem nas manutenções, construções ou reformas prediais próximas da rede de energia, devido à falta de atenção, ausência dos equipamentos de segurança e manuseio incorreto de ferramentas.

Energia elétrica exige cuidados. Por isso, consulte sempre um profissional capacitado para este tipo de serviço ou a sua distribuidora. E lembre-se: atitudes simples podem evitar acidentes, e a atenção é a mais importante delas. Por isso:

  • ao construir ou reformar, mantenha uma distância segura da rede elétrica, principalmente ao movimentar materiais metálicos;
  • vergalhões, barras de ferro, andaimes, escadas, arames e outros materiais devem estar sempre afastados dos postes e fios de energia elétrica;
  • profissionais que trabalham próximos à rede elétrica ou com a eletricidade devem usar os equipamentos de segurança;
  • ao manobrar caminhões com caçambas, guindastes ou betoneiras, cuidado para não aproximar dos fios elétricos;
  • para evitar acidentes, consulte sempre um profissional capacitado.

Se, mesmo mantendo a distância segura, for necessário executar um serviço próximo à rede elétrica, antes de fazê-lo o cliente deve procurar a Energisa.

Vale ressaltar que não é preciso encostar na rede para sofrer o choque elétrico, quase sempre fatal. Mas se observadas as regras de segurança, a energia elétrica não oferece riscos para a população.

Proteja-se de acidentes elétricos. Todo cuidado é pouco, pois tem sempre alguém esperando você voltar

 

Grupos de estudantes do SESC visitam Memorial Municipal

21/07/2016 10:36

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Entre os dias 07 a 15 de julho grupos do SESC, estudantes integrantes do Projeto Habilidades de Estudo (PHE), visitaram o Memorial Municipal para conheceram um pouco mais da história do município e também poder ter acesso a vários objetos que remontam nosso passado. Ao todo 198 alunos estiveram presentes acompanhados pelos professores: Paola, Magali, Walkíria, Eduardo, Dayse, Samara, Iglia, Isadora, João e Graciane.

Academia Muriaeense de Letras realizará I Simpósio de Literatura

20/07/2016 17:35

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Participe do BAZAR do Lar Ozanam

20/07/2016 16:26

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1º Encontrão dos Grêmios Estudantis de Muriaé acontecerá em agosto

20/07/2016 15:40

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Depois de formados os Grêmios Estudantis de Muriaé chegou a hora de compartilhar experiências, debater e dar voz ao movimento estudantil da cidade. Fruto do intenso trabalho da Diretoria de Juventude de Muriaé em parceria com a Superintendência Regional de ensino a cada dia mais vão sendo construídas políticas públicas de juventude, é dada voz e visibilidade, pois faz parte da conquista de direitos.

São muitas as pautas que estão surgindo dentro do espaço escolar, é preciso discutir, trocar ideias e lutar pelo não retrocesso de inúmeras tentativas de barrar uma educação inclusiva e participativa, para tanto será realizado o 1º Encontrão dos Grêmios Estudantis de Muriaé, que acontecerá nos dias 06 e 07 de agosto, no Rodrigão.

“Arte para bem viver” tem levado mais cor aos domingos do Lar Ozanam

20/07/2016 15:17

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As manhãs de domingo não tem sido as mesmas no Lar Ozanam, pois um grupo de amigos voluntários resolveu se unir e montar o Projeto Arte Para Bem Viver. A ação desenvolvida pelos amigos Lucas Oliveira Cunha (Artista Plástico, Produtor Cultural) idealizador do projeto, Valdete Paiva Ferreira (Técnica em Orientação Comunitária) e Lucas Sabino (Estagiário de Serviço Social) tem como objetivo incentivar a prática artística com fins terapêuticos, através de expressões de individualidade, personalidade e experiências próprias. Sendo que a arte é um dos meios utilizados para prevenção e tratamento de depressão, fobias, Mal de Parkinson, Alzheimer, perda de coordenação motora, entre outras patologias.

A idealização e desenvolvimento do projeto começaram em novembro de 2015. Em janeiro de 2016 o mesmo foi aprovado pela Assistente Social Ana Paula e Psicóloga Talita, atuantes no Lar Ozanam. As aulas se iniciaram no dia 13 de março de 2016 e o projeto tem a duração prevista de 08 meses, finalizando-se em outubro deste ano.

“Durante estas primeiras dezenove aulas eu pude notar uma melhora enorme na coordenação motora de todos os alunos. No início do projeto, muitos mal conseguiam manusear o pincel direito. Além disso, em cada desenho percebemos que eles remontam histórias ocorridas em suas vidas e isso acaba funcionando como um “desabafo” emocional”, afirma Lucas Cunha, idealizador do projeto.

Todas as aulas ocorrem aos domingos das 09h às 10h30. O projeto possui uma página no Facebook onde são postadas todas as aulas efetuadas.

Cooperativas viabilizam negócio de pequenos e médios agricultores no estado

20/07/2016 13:34

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Grupos produtivos formalizados no sistema de cooperativismo recebem auxílio, capacitação e orientações do Governo de Minas Gerais para conquistarem mercados com qualidade

Diminuição dos custos operacionais, aumento do poder de negociação e possibilidade de agregar valor à produção. Estas são algumas das vantagens viabilizadas por um sistema de produção e trabalho que busca a união de esforços para atingir objetivos comuns: o cooperativismo.

Em Minas Gerais, agricultores familiares, pequenos e médios produtores encontram apoio do Governo do Estado para se constituírem e se qualificarem enquanto cooperativa e, assim, aumentar seus ganhos.

“As cooperativas possibilitam que um agricultor consiga atingir mercados que muitas vezes só uma grande empresa conseguiria. É uma forma competitiva de o pequeno ter o poder de um grande, por meio da união”, destaca o superintendente de Artesanato, Cooperativismo e Apoio ao Setor Terciário da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Fernando Passalio.

Os números mostram a força do cooperativismo para o desenvolvimento da economia e do setor produtivo do estado. Atualmente, existem 792 cooperativas cadastradas no Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg), que abrangem 1.282.665 cooperados e empregam mais de 35 mil pessoas. Em 2015, o PIB do cooperativismo mineiro foi de R$ 32,9 milhões, e Minas Gerais era o segundo estado com mais cooperativas no país, atrás apenas de São Paulo.

Reguladas pela Lei 5.764/71, que definiu a Política Nacional de Cooperativismo e instituiu o regi­me jurídico das cooperativas, as cooperativas são associações de pessoas com interesses comuns, economicamente organizadas de forma democrática, isto é, com a participação livre de todos e respeitando direitos e deveres de cada um de seus cooperados, aos quais prestam serviços, sem fins lucrativos.

Por meio da Superintendência de Artesanato, Cooperativismo e Apoio ao Setor Terciário, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) incentiva a cultura cooperativista no estado e apoia a criação dos grupos, oferecendo auxílio aos interessados.

“Apesar de estar muito ligada ao agronegócio, por ser um dos ramos mais fortes do cooperativismo no país, existem 13 ramos de cooperativas, como, por exemplo, saúde, trabalho, educação, entre outros”, explica Passalio.

A superintendência da Sede faz visitas aos territórios e oferece apoio aos produtores, disseminando o sistema. “Quando unidos em uma cooperativa, eles têm seu alcance de mercado potencializado. Porém, é importante saber que a cooperativa funciona como qualquer outro negócio, precisa de gestão. Assim, trabalhamos  com os grupos questões como gestão, estrutura e organização, enfim, dando toda esta consultoria e suporte”, conta Passalio.

Um exemplo da força que as cooperativas podem alcançar é a Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), que possui mais de 12 mil cooperados, sendo mais de 80% deles pequenos produtores que vivem da agricultura familiar, e opera em Nova York e outros mercados internacionais. Localizada em Guaxupé, no Sudoeste mineiro, a Cooxupé é considerada a maior cooperativa de cafeicultores do mundo.

Observatório mineiro
Para promover o cooperativismo e o desenvolvimento do setor produtivo no estado foi criado ainda o Observatório Mineiro de Cooperativismo, parceria entre a Sede e a Universidade Federal de Viçosa. A iniciativa reuniu pesquisadores e entregou cinco proposições a partir de pesquisas feitas em cooperativas mineiras.

“Este projeto culminou em um relatório de proposição de políticas públicas, que vai nortear nosso trabalho daqui para frente, inclusive no âmbito do Conselho Estadual do Cooperativismo – Cecoop”, diz Fernando Passalio. Os trabalhos publicados estão disponíveis neste link.

Emater-MG orienta e capacita cooperados
Em Jequitibá, no Território Metropolitano, o agricultor Márcio Martins dos Santos se uniu a outros produtores e, com auxílio daEmpresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), montou há três anos a Cooperativa dos Agricultores Familiares de Jequitibá e Região (Cooperaje), da qual é presidente.

“Estudamos bastante, recebemos muita capacitação da Emater, fizemos visitas a várias cooperativas da região e tivemos certeza que para nós seria bom”, conta. Hoje, são 38 associados, que vendem hortifrutigranjeiros para cinco municípios da região.

Para Martins, os principais ganhos após a constituição da cooperativa foram o aumento do valor da mercadoria e a profissionalização do produtor. “Qualquer um que me perguntar hoje se vale a pena montar uma cooperativa, eu indico e afirmo que ele só tem a ganhar”, conclui o agricultor.

A Emater-MG presta assistência para os produtores cooperados entrarem no mercado de forma organizada e qualificada. Segundo o coordenador estadual de cooperativismo da empresa, Cláudio Viana, a procura por esse tipo de orientação cresce no estado.

“Oferecemos treinamentos, consultorias e assessoria aos agricultores familiares para eles gerirem o grupo produtivo. Trabalhamos, por exemplo, ensinando a fazer plano de negócios e também auxiliamos na inserção dos produtos no mercado”, relata Viana. Para tanto, basta que os produtores interessados busquem o escritório local da Emater-MG mais próximo.

Oficinas técnicas de cooperativismo
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário (Seda) também oferece apoio à constituição de cooperativas, por meio da Superintendência de Acesso à Mercados e Comercialização – Sumec, em todo o estado.

A Cooperativa dos Apicultores e Agricultores Familiares do Norte de Minas Gerais (Copemapi), com 120 cooperados em Bocaiúva, foi uma das beneficiadas e há dois meses vê os negócios começarem a crescer após a formalização no sistema cooperativo.

Para tanto, os cooperados participaram de diversas reuniões e receberam visitas da assessora técnica em cooperativismo da Seda, Eulália de Lima Gomes. “Fazemos atendimentos nos 17 territórios, oferecendo oficinas técnicas de cooperativismo. A ideia é mostrar o funcionamento de uma cooperativa, incentivar os produtores a se constituírem como tal e ampliarem seus negócios”, afirma.

Segundo Eulália, a Seda está estruturando o Programa Estadual de Fortalecimento do Cooperativismo e Associativismo da Agricultura Familiar e Reforma Agrária de Minas Gerais (Cooperaminas), que busca fortalecer as cooperativas e associações da agricultura familiar no estado. “As diretrizes do programa estão prontas, e temos cinco eixos principais, que são fomento, crédito, assistência técnica, educação cooperativista e comercialização”, conta.

O presidente da Copemapi, Luciano Fernandes, comemora o aumento das vendas. “Antes vendíamos na região, em pequena escala. Agora já estamos vendendo nosso mel para o Rio de Janeiro e vamos começar a vender para São Paulo e Brasília. Nossa meta é, em três anos, estar exportando o produto”, conta.

Após a constituição da cooperativa, que contou com auxílio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário até na captação de recursos, foram contratados três funcionários e a Copemapi conseguiu, ainda, uma parceria com a Emater-MG que disponibilizou três técnicos exclusivos para a apicultura na região. “Foi um ganho imenso pra nós. Com mais assistência técnica, vamos produzir mais e melhor”, finaliza Fernandes.